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Cuiabá, Domingo, 19 de Novembro de 2017

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PRECISAMOS ABRIR A CAIXA PRETA DAS INTERCEPTAÇÕES TELEFÔNICAS NO ESTADO DE MT.


A investigação sigilosa determinada nesta segunda-feira (15/05) pelo Desembargador Rui Ramos - Presidente do Tribunal de Justiça já começou a dar resultados positivos e a prova disso, foi o reconhecimento feito pelo Delegado Flavio Stringueta ex-titular do GCCO da Polícia Civil de que também realizara escutas telefônicas, contra as mesmas pessoas que os policiais militares estariam interceptando na denúncia feita pelo Programa Fantástico do último domingo.

As declarações de Stringueta foram dadas no site MidiaNews nesta quarta-feira (17) e com isso, acabou contrapondo o presidente do sindicato dos delegados de MT (Wagner Bassi), que dissera que a polícia civil só realizava interceptações telefônicas para investigar crimes já ocorridos e que a lei, não permitia a realização de interceptações telefônicas de maneira preventiva.

Segundo o delegado Stringueta, após ter recebido uma ligação anônima de um telefone público em seu celular funcional dizendo que alguém estaria tramando contra o governador Pedro Taques, ele teria se sentido motivado a pleitear e realizar escutas telefônicas em um determinado número de pessoas por um período de 45 dias.

As declarações do delegado de polícia acabaram deixando uma mensagem subliminar a todos nós cidadãos Mato-grossenses, de que o governo do Estado estaria, através dos órgãos de segurança pública, realizando interceptações telefônicas em determinadas pessoas de nosso Estado.

As divulgações das interceptações telefônicas realizadas pela polícia civil, nas mesmas pessoas realizadas pela Policia Militar, comprovam que a tese defendida pela Associação dos Oficiais está correta, ao reivindicar auditoria em todos os processos de interceptações telefônicas realizadas no Estado de MT nos últimos anos. É preciso saber quais pessoas tiveram os seus telefones interceptados e se elas estariam de alguma forma ligadas à práticas criminosas ou se as interceptações foram ilegais e fraudulentas.

Paralelamente a ASSOF também defende a definição de protocolos mais rígidos para as solicitações, autorizações judiciais e controle dessas interceptações telefônicas, pois em apenas dois casos analisados nos últimos dias, já ficou comprovado e caracterizado que as interceptações nem sempre estariam sendo realizadas com o fim de segurança pública.

Após essas considerações, fica uma pergunta no ar: Será que o secretário de segurança pública também vai suspender o acesso da Policial Civil ao sistema Guardião?

Data: 17/05/2017
Fonte: Tenente Coronel PM Wanderson Nunes de Siqueira - Presidente da Associação dos Oficiais
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Comentário(s)
Nome: Rodrigo
Comentário: Concordo com a referida nota, já que neste caso o Delegado stringueta não cumpriu com os requisitos básicos para se realizar uma interceptação telefônica ( GRAMPO ), acho prudente através do Ministério Público Federal realizarmos uma devassa em todas escutas de MT, PM, PC e GAECO!!
   
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